23 setembro, 2011
21 setembro, 2011
DEPOIS DE UMA PESCARIA NA FOZ DO RIO AVE.
As pessoas que aqui podem ver são o Manuel e o Delfim, dois irmãos da família "Casalinho", e o local onde foi tirada a fotografia (embora não pareça), é no cruzamento da Avenida do Ferrol com a de Estevão Soares, aqui ainda em macadame. Tal como a foto que vos mostrei na anterior mensagem, esta também terá sido tirada em 1963, ou muito poucos anos depois.19 setembro, 2011
16 setembro, 2011
14 setembro, 2011
VELHO POSTAL.
12 setembro, 2011
09 setembro, 2011
UMA INAUGURAÇÃO.
Tirei esta fotografia em casa do senhor José Vila Cova, e num apontamento ao lado indicava que se tratava da inauguração da Casa dos Pescadores em 1/5/1944. Mas lendo o livro - Nova História de Vila do Conde - do senhor Dr. A. Carmo Reis, lá indica que em 1944 foi a inauguração do Bairro Piscatório, bem como, a criação da Paróquia das Caxinas. Estaremos a ver alguma festividade da dupla inauguração, Bairro e Casa dos Pescadores ?07 setembro, 2011
BREVE APONTAMENTO DE HISTÓRIA.

Na berma da antiga Doca, os moirões não são capricho de pedreiro. Colunas breves como estas, guardaram o Pelourinho que, durante séculos, esteve junto ao rio. E são marcos como estes que, pela margem direita, correram ao longo do cais. Olhamos para eles e ficamos a pensar no significado que transportam, desde as origens ( certamente ancestrais ). Poderão ser talvez ( e apenas ) imitações em pedra, de canhões caídos em desuso, após a decadência desse tipo de artilharia ( já a partir do séc XVII ), coisa de moda que pegou por essa Europa fora. Mas caberá sempre esta pergunta : não serão a lembrança que remonta, por dez milénios, ao culto fálico dos tempos do Paleolítico Superior ?.
NOTA - Primeira imagem e texto , reproduzidos do blogue - ATENEU DE VILA DO CONDE -
05 setembro, 2011
Tal como disse meu primo Carlos, no comentário da anterior mensagem, estas obras realizaram-se em 1954. Vê-se meu avô e o Eng. Soeiro a assistirem à colocação do escudo, por via do esforço de nove homens.
O pai deste meu primo, senhor António Maria, porque já tem alguma idade, já não recorda determinados acontecimentos, restando assim a minha memória, e a deste primo.
Não recordo este exacto momento, mas tenho guardado na memória, um acontecimento que ocorreu por estes dias, tinha eu seis anos. Reparem no desalinho que vai por todo este corredor que se estende pela frontaria do edifício, eram pedras e muitas tábuas com pregos, e, aconteceu um acidente que me marcou até aos dias de hoje, pois meu tio ao caminhar nesta confusão de pedras e tábuas, pisou uma tábua, e, um prego atavessou-lhe o pé, sendo visível a parte mais fina do prego sair-lhe do sapato. O Lemos, um antigo funcionário da casa, logo acorreu a ajudar, e foram para o laboratório velho, que era ainda nesta porta que se vê na foto, onde se tirou a tábua com o prego, e seguindo-se a desinfecção do pé. Este laboratório de seguida mudar-se-ia para o lado direito do corpo principal do edifício, ou seja, para a esquerda da foto.
Meses atrás, contei isto ao meu tio, mas ele já não recordava, e ficou admiradíssimo, de eu, então tão pequeno, me recordar.
E tu, Carlos, também não te recordarás, embora já existisses, eras muito pequenino. Costumo pensar, que quando tu e eu já não existirmos, muita da história do último meio século da Estação Aquícola, se irá perder.
02 setembro, 2011
Todos estarão a reconhecer a Estação Aquícola, e a foto ainda não tem uma semana, mas a razão de hoje vos mostrar estas imagens, é para saber se sabem como o escudo e as letras em pedra foram lá parar. Como terá sido ?
Como sabem, este é um tema que me é muito querido, pois por lá viveu meu bisavô, meu avô, e lá namoraram meus pais, e eu,obviamente, lá dei meus primeiros passos.
29 agosto, 2011
26 agosto, 2011
24 agosto, 2011
No enfiamento do Posto da Guarda Fiscal ( que já não existe ) com o penedo do Guilhão, este farol sinalizava a entrada da barra, pelo Norte, na enseada das Caxinas. É o que resta dos velhos tempos de pesca da sardinha e da faneca, em que o Porto de Abrigo era o varadouro bom e prestimoso para muitas embarcações que a ele se acolhiam. Logo vem à lembrança da gente o trabalho das mulheres afoitas na apanha do sargaço, e a chiadeira dos carros dos lavradores, puxados a junta de bois, que iam buscar o pilado para adubar os campos.Texto reproduzido na íntegra do blogue ATENEU DE VILA DO CONDE.
22 agosto, 2011
Continuamos no mesmo local das fotos anteriores, mas agora recuamos no tempo e encontramo-nos em Abril de 1964. O fotógrafo estaria sensívelmente no sítio onde hoje está a nau "VILA DO CONDE". Pelas fotografias aqui mostradas dos estaleiros verifica-se que, ao longo de todo o século XX, eles sofreram grandes alterações de movimento, mas creio mais visíveis no início desse século.
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