
17 maio, 2011
16 maio, 2011
15 maio, 2011
13 maio, 2011
11 maio, 2011
ALVORADA DOS ANOS CINQUENTA.
Será que reconhecem algum dos personagens? São vilacondenses, e todos já ultrapassaram os sessenta anos, e quanto ao espaço já não existe hoje, sendo ocupado por um Banco.
10 maio, 2011
03 maio, 2011
TWIST AGAIN.
02 maio, 2011
MENINOS DA CANTINA ESCOLAR.

Procurei o meu amigo de infância, Eduardo Fraga, no intuito de reunir mais elementos dos "bois da Páscoa", e, num desses contactos, ele cedeu-me esta foto.
Ampliem a fotografia, e verão diversos meninos descalços, elucidando-nos assim, os tempos que se viviam por esses anos. (54).
Recordo, era eu muito miúdo, (nasci em 48), nas traseiras da casa de minha avó, na rua da Senra, aos sábados no princípio da tarde, os pobres faziam fila, e a determinada hora, minha avó abria a porta e , um a um , essas pessoas eram ajudadas monetáriamente, e com uma ou outra palavra carinhosa. Seria pouco, não sei, mas havia proximidade entre o pobre e o menos desfavorecido, e é isto que quero recordar.
Reconheço as pessoas mais velhas, uma delas era prima de minha mãe e era funcionária das escolas.
História difícil de ser contada, mas era a realidade que se vivia por esses anos.
01 maio, 2011
1 de Maio de 1974.
30 abril, 2011
ANOS 60
Dança típica dos Estados Unidos, e que se expandiu para vários países, sendo o estilo que marcou a década de sessenta.
29 abril, 2011
27 abril, 2011
Este "documento", representa o preçário e indicações gerais, que normalmente vemos afixado no interior das portas dos quartos dos hotéis.
Mas este é "especial", pois pertencia ao quarto n-103 do nosso Palácio Hotel, e está datado de 2/1/69.
Foi-me oferecido pelo senhor Carlos Pontes (coisa que vem sendo costume), e sinto-me obrigado a partilhar convosco esta autêntica relíquia.
25 abril, 2011
Era cedo, muito cedo, seriam oito e pouco da manhã quando cheguei às proximidades da Praça Vasco da Gama e estacionei o carro bem de frente para a Câmara Municipal.Assisti aos primeiros movimentos quando chegaram as pessoas que tinham a seu cargo a instalação no espaço de tudo que viria a ser necessário, a instalação sonora, as cadeiras etc.
Com o decorrer do tempo, as pessoas foram chegando e acomodavam-se da melhor maneira. Mais tarde, chegou a Fanfarra, o coro, as autoridades, e pelas dez e meia, iniciaram-se as cerimónias. Foi lindo, tirei diversas fotografias, mas só esta publicarei, pois nela reside todo o sentido do dia, a BANDEIRA NACIONAL.
O senhor Presidente da Câmara, eng. Mário Almeida, içou-a de forma enérgica e viva, como deve ser. A Bandeira é vermelha, cor combativa, quente, viril, por excelência, e lembra o sangue e incita á victória, e a cor verde representa a esperança.
Nestes dias difíceis, penso que devemos seguir o caminho que a BANDEIRA NACIONAL nos aponta.
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