16 junho, 2010
BRINCANDO COM A MÁQUINA FOTOGRÁFICA EM 1974.
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Apesar de ser uma fotografia relativamente recente, 36 anos, repare nas diferenças com a actualidade, desde o plano intermédio, a margem do rio, até ao último plano, entre as duas torres.
14 junho, 2010
11 junho, 2010
09 junho, 2010
07 junho, 2010
O CLAUSTRO.
04 junho, 2010
02 junho, 2010
31 maio, 2010
29 maio, 2010
28 maio, 2010
26 maio, 2010
(clique na imagem para a ver ampliada)
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Na anterior fotografia, mostrei-vos um caminho que fica mesmo por baixo do arvoredo, visível bem no meio desta foto, e agora estamos no cimo dos silos, aquando a sua construção, penso que 78/80.
Parece impossível, tão pouco tempo, e tanta alteração. É a ponte, é a fábrica, a Estação, a casa do guarda, os terrenos do lado direito,........agora compreendo os mais idosos, quando lhes ouvimos a expressão - ISTO FAZ-ME FICAR VELHO -.
24 maio, 2010

Esta fotografia mostra um local situado a cerca de 500 metros, do que vos mostrei na última foto. Não irei cometer a "maldade" de vos perguntar onde é, pois este local não é público, (entenda-se, com acesso aos visitantes) e assim, poucos, muito poucos, acertariam.
Estamos na Estação Aquícola, e aqui mostro-vos o espaço que medeia entre a casa do Guarda, e a Estação, essa sim, pública . Esta foto é datada de 1984, portanto já numa fase em que toda a azáfama dos repovoamentos, dos aquários, dos visitantes ao longo das tardes de Domingo, já tinha passado.
Breve Nota - Aqueles que acompanham o "Carioca" desde o início, já sabem que por aqui passei a minha meninice, e parte da adolescência, mas esta fotografia tem um lugar muito especial nas minhas memórias, pois foi exactamente neste caminho que aprendi a andar de bicicleta.
21 maio, 2010
INSTANTE ENTRE DOIS TEMPOS.
ENTRE O PASSADO E O PRESENTE.
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Mas depois, lembrei-me que Albert Einstein, disse um dia:
« A distinção entre passado , presente e futuro, é apenas uma ilusão teimosamente persistente. »
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E, assim sendo, o melhor é não atribuir nenhum título a esta fotografia.
19 maio, 2010
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" A CHATA "
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Até que enfim vos consigo mostrar este pequeno barco, do qual já há tempos vos falei.
Fins dos anos cinquenta, princípios de sessenta, eu, e os amigos de sempre, quando não estávamos na casa do Jorge Correia a "tecer" o Ginásio, ou no remo, ou também a jogar hóquei, estávamos no rio.
Muitas vezes atravessávamos o rio neste tipo de embarcação, para, do lado de Azurara, jogarmos à bola. Era complicado, pois o único remo que tinha era na ré, e era "ciando" (era assim que lhe chamávamos) que fazíamos com que o barco se deslocasse.















