19 maio, 2010
.
" A CHATA "
.
Até que enfim vos consigo mostrar este pequeno barco, do qual já há tempos vos falei.
Fins dos anos cinquenta, princípios de sessenta, eu, e os amigos de sempre, quando não estávamos na casa do Jorge Correia a "tecer" o Ginásio, ou no remo, ou também a jogar hóquei, estávamos no rio.
Muitas vezes atravessávamos o rio neste tipo de embarcação, para, do lado de Azurara, jogarmos à bola. Era complicado, pois o único remo que tinha era na ré, e era "ciando" (era assim que lhe chamávamos) que fazíamos com que o barco se deslocasse.
17 maio, 2010
(clique na imagem para a ver aumentada).
.
É curiosa esta fotografia, embora desfocada, mostra um espaço de Vila do Conde que já não mais existe, e só tendo alguma "idadezinha" conseguirá localizar o local onde foi realizada a foto.
Penso reconhecer dois futebolistas, e um outro, que seria o treinador.
14 maio, 2010
UMA GENTIL RENDILHEIRA.
12 maio, 2010
10 maio, 2010
UM PESCADOR DE VILA DO CONDE.
.
Publico hoje esta imagem, pois tratar-se-á de um postal editado pela Livraria de António Leal Costa, que num comentário ( a 5-5-2010 ) longo e muito elucidativo, o "Cereja" nos explica a vida das famílias que passaram por aquele local.
Eu tinha, digamos, peças soltas, pois sabia da existência do "tanoeiro", do "recoveiro" (Zé da Hora), que durante muitos anos prestou serviços à casa comercial da minha família, e da Livraria (e, curiosamente, tenho aqui á minha frente um livro lá adquirido sobre mecânica de automóveis).
Sobre a casa que pertenceu a familiares do Sr. Dr. Orlando Taipa, nada sabia.
07 maio, 2010
===================================================
Uma linda fotografia, mas hoje, irrealizável.
Um dia destes, aproximei-me deste local com a minha pequena máquina fotográfica, com o objectivo de tentar comparar este momento do passado com os dias de hoje ; tarefa impossível, pois este lugar elevado onde estaria o fotógrafo, não existe mais, e é sensívelmente onde hoje está o posto da GNR.
O que eu pretendia mostrar era as enormes diferenças, pois os arcos á direita da Automotora já não existem.
Pretendi saber em que ano os arcos teriam caído, e para tal perguntei ao Sr. Dr. Carmo Reis, e assim, convido-vos a irem a este blog, - Ateneu de Vila do Conde - (http://ateneuviladoconde.blogspot.com/) para verem a "conversa" desenrolada.
( clique na imagem para a ver aumentada )
05 maio, 2010
.
Parece actual, mas certamente poderemos recuar uns sessenta anos.
Não tenho a certeza, como é costume, mas repare : O Restaurante Rámon ainda não se encontra identificado, logo, talvez ainda não existisse, e a loja de Fazendas e Miudezas ainda não era "O Duarte", podendo se ler o nome "Taipa", e assim outra dúvida me surge, será que pertencia à família do Sr. Dr. Orlando Taipa ?
04 maio, 2010
A CAPELA NO BAIRRO DOS PESCADORES.
03 maio, 2010
.
Linda e difícil fotografia.
Foi tirada de um ângulo raramente visto, a montante da antiga ponte ferroviária, e num contra luz, pois estaríamos no final do dia (repare nas sombras). Mas o fotógrafo parecia querer nos enganar, pois foi caminhando na margem do rio para "alinhar" as sombras dos suportes da ponte, criando assim a ilusão, que estaríamos com o Sol no seu auge, logo, meio-dia.
.
Nota- Existem diversas fotografias da velha ponte, ainda com o comboio a "vapôr"e tiradas por Carlos ou Joaquim Adriano, mas esta não sei se será dessa autoria.
Quanto ao comboio que vemos , julgo tratar-se de uma velha locomotiva a diesel.
01 maio, 2010
30 abril, 2010
PONTE D´ESTE.
29 abril, 2010
28 abril, 2010
ARTES DE PESCA.

NASSA DA FANECA, ou GALRICHO.
No blog do António Fangueiro - CAXINAS...de "Lugar" a Freguesia - ( http://caxinas-a-freguesia.blogs.sapo.pt/ ) a 26 de Abril de 2010 ele publicou um artigo que nos fala destas artes, e como a Maria Teresa nos dá conta no seu livro do mesmo assunto, passo a citar:
Nassa da faneca, é um círculo de ferro, que tem de diâmetro cerca de 1 metro, e ao qual está presa a rede em forma de saco. O círculo é cortado por 4 peças móveis, perpendiculares, às quais se fixa a isca. É fundeado onde se sente a faneca, a qual logo começa a acudir à isca. Puxa-se então de repente por um cabo fixo na junção das peças, que se erguem, ficando o peixe dentro do saco. Não é usado na Bajoca, e em Vila-Chã dão-lhe o nome de galricho.
26 abril, 2010
===================================================.





.jpg)
.jpg)











