04 maio, 2010

A CAPELA NO BAIRRO DOS PESCADORES.

Podem crer, é a mesma e não mudou de local.
Foi pena não ter conseguido fotografar a capela do mesmo ângulo em que o Carlos Adriano o fez muitos anos atrás, mas havia pequenos obstáculos, como pequenas árvores, candeeiros etc., ...mas mesmo assim espero vos mostrar a quantidade de diferenças e alterações verificadas nos dias de hoje.

03 maio, 2010

( clique na imagem para a ver aumentada )
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Linda e difícil fotografia.
Foi tirada de um ângulo raramente visto, a montante da antiga ponte ferroviária, e num contra luz, pois estaríamos no final do dia (repare nas sombras). Mas o fotógrafo parecia querer nos enganar, pois foi caminhando na margem do rio para "alinhar" as sombras dos suportes da ponte, criando assim a ilusão, que estaríamos com o Sol no seu auge, logo, meio-dia.
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Nota- Existem diversas fotografias da velha ponte, ainda com o comboio a "vapôr"e tiradas por Carlos ou Joaquim Adriano, mas esta não sei se será dessa autoria.
Quanto ao comboio que vemos , julgo tratar-se de uma velha locomotiva a diesel.
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01 maio, 2010

Como pode tanta beleza, ser palco de tanta tristeza ?
Mais uma vez, as nossas gentes do mar foram abaladas por uma tragédia, e disso nos deu conta o DIÁRIO DO MINHO de ontem, publicando esta linda fotografia, e que eu presumo, tenha sido o local do acidente.

30 abril, 2010

PONTE D´ESTE.


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Dois belos clichés da Ponte D´Este em Touguinhó.
O primeiro é de - Padre João Maria Rouzaud Fontes, e o segundo, de - Joaquim Adriano.

29 abril, 2010

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Onde ficará este CANTINHO DE VILA DO CONDE ?
E as moças? Ainda estarão connosco?

28 abril, 2010


Uma MALHADA nos arrabaldes de Vila do Conde.
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ARTES DE PESCA.



NASSA DA FANECA, ou GALRICHO.

No blog do António Fangueiro - CAXINAS...de "Lugar" a Freguesia - ( http://caxinas-a-freguesia.blogs.sapo.pt/ ) a 26 de Abril de 2010 ele publicou um artigo que nos fala destas artes, e como a Maria Teresa nos dá conta no seu livro do mesmo assunto, passo a citar:

Nassa da faneca, é um círculo de ferro, que tem de diâmetro cerca de 1 metro, e ao qual está presa a rede em forma de saco. O círculo é cortado por 4 peças móveis, perpendiculares, às quais se fixa a isca. É fundeado onde se sente a faneca, a qual logo começa a acudir à isca. Puxa-se então de repente por um cabo fixo na junção das peças, que se erguem, ficando o peixe dentro do saco. Não é usado na Bajoca, e em Vila-Chã dão-lhe o nome de galricho.

26 abril, 2010

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Um velho postal, que há muito não via.
Talvez há uns 10/15 anos, era possuidor de um postal idêntico, e que considero muito raro, pois nunca o tinha visto em mais lado nenhum.
Mas, acontece que o emprestei para uma exposição, e , digamos que ele não encontrou o caminho de regresso. (Por vezes estas coisas acontecem ).
Mas , graças à simpatia do António Fangueiro que fez o favor de me enviar um "site" com algumas fotos de Vila do Conde, lá encontrei este e mais dois que eu não tenho.

23 abril, 2010

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Na postagem de 29 de Março, na foto aí exibida, vê-se num plano intermédio, o espaço onde hoje se situa o monumento á rendilheira, e dizia eu então, que "o espaço parece inacabado".
Mas, lendo o único comentário, que pertence ao "Cereja", e a este respeito, ele refere o seguinte :

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- Quanto ao «espaço onde hoje está o monumento á rendilheira, parece inacabado», trata-se antes de uma parte do cais que foi derrubado temporáriamente para estar ao serviço da Construção Naval.
Naquele tempo construiu-se aí um lugre, cujo Gurupés ia até à Praça Hintze Ribeiro, hoje Praça da República. Portanto, o navio foi construído paralelamente ao rio. Disto, há fotografias existentes algures - .
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Obs : Esta foto pode-se ver num postal da Tipografia Minerva, e pode ser uma das fotos a que o "Cereja" se refere.
É de anotar, que esta fotografia mostra um momento do início do século vinte, ou ( olhando o estado em que se vê o Convento ) anterior.

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22 abril, 2010

( clique na imagem para a ver aumentada )
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VILA DO CONDE E AZURARA, em meados do século passado.
Esta fotografia tem algo de curioso, pois é muito raro ver-se do lado de Azurara, logo depois da ponte, aquelas enormes árvores que lá existiam, quase formando um túnel.
Até era muito interessante, mas realmente a estrada ficava demasiado estreita.
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21 abril, 2010

SERÁ QUE ...



... ESTAS DUAS FOTOGRAFIAS, retratam a mesma cerimónia que mostrei dias atrás passada no jardim da Av. Júlio Graça ?

19 abril, 2010

NO TERREIRO.


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Trata-se, sem dúvida, de uma cerimónia religiosa no "Terreiro".
Na primeira , parece que o momento registado será de uma benção, mas a quê ? E, na primeira foto, parece-me reconhecer, mesmo de costas, o Sr. Chico Monteiro, e como ele pertenceu a comissões de festas do S. João, talvez a foto retrate uma qualquer cerimónia por uma ocasião do S. João.
Contava-me dias atrás, o Sr. José Coutinhas, que as duas únicas pessoas vivas de uma comissão de festas, -julgo que ele me disse a primeira- era ele e meu pai.
É uma breve história, simplesmente para ilustrar estas duas velhas fotos, que eu , muito arcaicamente, consegui obter de dois negativos muito sujos. Tenho centenas de velhos negativos, mas terei de dispôr de bastante tempo para os seleccionar, e posteriormente pedir ajuda a alguém que deles consiga melhor resultados, do que aqueles que eu consigo.
Tenho simplesmente um programa de computador muito simples, onde posso brincar com os negativos, pois aqueles mais sofisticados, não faço ideia como neles se trabalha a fotografia.
Mas, para "sebenta" ( como gosto de chamar a este blog ) este trabalho será o suficiente, e mais tarde, alguém com outros meios, possa "pegar" na ideia.

16 abril, 2010

IMAGEM PEREGRINA.





Já reconheceram o local. Sim, trata-se realmente do jardim da Av. Júlio Graça, e junto ao coreto.
Vê-se também que se trata de uma missa campal, coisa rara em Vila do Conde.
Bom.... vou vos contar a história destas fotografias:
Trata-se de uma missa campal, realizada por altura da visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima. As duas primeiras fotografias , tal como as identifiquei, foram tiradas por Carlos Adriano, e a terceira por José Cunha (meu pai). Mas, mais interessante, é saber que estaremos no ano de 1940 ou1941, tendo então meu pai a idade de 14 anos. Mas, não será de admirar, pois já aqui vos relatei, que por vezes meu pai acompanhava o t´i Carlos nas suas saídas, indicando-lhe até as condições atmosféricas ( sol, nuvens,etc.).
Como nota final, posso acrescentar que estas fotografias, por esses anos estiveram á venda na "Papelaria Adriano", ou se preferirem, e como os mais velhos recordarão "A Zininha".
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Nota- Reparem no pormenor das pombas na última foto. Os aficionados destas coisas de fotografia, darão , estou certo, um acrescentado valor à fotografia.

BOAS NOTÍCIAS.



A 18 de Janeiro deste ano, e na postagem com o título "POSTO MÉDICO DE VILA DO CONDE" , mostrei-vos este lindíssimo painel de azulejos de Júlio Resende, e dizia na altura que ele merecia melhor sorte, pois com o encerramento do Posto Médico, e no estado de quase abandono em que ele se encontra, era de recear pela sorte de tal obra.
Pois bem, o amigo que então me alertou para tal facto (de interesse para todos os vilacondenses), voltou a fazê-lo, mas agora a notícia é bem melhor, dado que se está a proceder ao descolamento dos azulejos, por artista da especialidade, e assim, posteriormente, teremos a oportunidade de o voltarmos a ver , num dos magníficos edifícios que a Câmara de Vila do Conde tem vindo a recuperar. Foi uma ideia magnífica esta, pois o local onde se encontra o painel é exíguo, e embora as pessoas ao entrarem no Posto Médico quase lhe tocassem, era de pouca visibilidade.
Vila do Conde está de parabéns.

14 abril, 2010

Esta fotografia de Carlos Adriano, é anterior a 1940.
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Pode-se assim deduzir, pois o Cruzeiro da Independência ainda não tinha sido colocado nas escadas a sul da capelinha da Sra. da Guia. (Já aqui, tempos atrás, foram mostradas fotos da cerimónia da chegada do cruzeiro a este local, e que anteriormente estava à entrada da Igreja Matriz).
Mas , nesta foto, o mais evidente é vermos como por esses anos se encontrava a nossa Barra, e, julgo, que pelo estado em que ela se encontrava, não será de admirar que os nossos velhos estaleiros, a tempos, tivessem algumas dificuldades de sobrevivência.