28 abril, 2010
ARTES DE PESCA.

NASSA DA FANECA, ou GALRICHO.
No blog do António Fangueiro - CAXINAS...de "Lugar" a Freguesia - ( http://caxinas-a-freguesia.blogs.sapo.pt/ ) a 26 de Abril de 2010 ele publicou um artigo que nos fala destas artes, e como a Maria Teresa nos dá conta no seu livro do mesmo assunto, passo a citar:
Nassa da faneca, é um círculo de ferro, que tem de diâmetro cerca de 1 metro, e ao qual está presa a rede em forma de saco. O círculo é cortado por 4 peças móveis, perpendiculares, às quais se fixa a isca. É fundeado onde se sente a faneca, a qual logo começa a acudir à isca. Puxa-se então de repente por um cabo fixo na junção das peças, que se erguem, ficando o peixe dentro do saco. Não é usado na Bajoca, e em Vila-Chã dão-lhe o nome de galricho.
26 abril, 2010
===================================================.
23 abril, 2010
( clique na imagem para a ver aumentada )
.
Na postagem de 29 de Março, na foto aí exibida, vê-se num plano intermédio, o espaço onde hoje se situa o monumento á rendilheira, e dizia eu então, que "o espaço parece inacabado".
Mas, lendo o único comentário, que pertence ao "Cereja", e a este respeito, ele refere o seguinte :
.
- Quanto ao «espaço onde hoje está o monumento á rendilheira, parece inacabado», trata-se antes de uma parte do cais que foi derrubado temporáriamente para estar ao serviço da Construção Naval.
Naquele tempo construiu-se aí um lugre, cujo Gurupés ia até à Praça Hintze Ribeiro, hoje Praça da República. Portanto, o navio foi construído paralelamente ao rio. Disto, há fotografias existentes algures - .
.
Obs : Esta foto pode-se ver num postal da Tipografia Minerva, e pode ser uma das fotos a que o "Cereja" se refere.
É de anotar, que esta fotografia mostra um momento do início do século vinte, ou ( olhando o estado em que se vê o Convento ) anterior.
22 abril, 2010
.
VILA DO CONDE E AZURARA, em meados do século passado.
Esta fotografia tem algo de curioso, pois é muito raro ver-se do lado de Azurara, logo depois da ponte, aquelas enormes árvores que lá existiam, quase formando um túnel.
Até era muito interessante, mas realmente a estrada ficava demasiado estreita.
21 abril, 2010
19 abril, 2010
NO TERREIRO.

16 abril, 2010
IMAGEM PEREGRINA.


BOAS NOTÍCIAS.

14 abril, 2010
.
12 abril, 2010
A PESCA DO BACALHAU.

11 abril, 2010
GENTE DA MINHA TERRA.
Ti Glória lembra que, outrora, havia outros serviços." PENA NÃO HAVER MAIS GENTE "
.
ANA TROCADO MARQUES.
FONTE - Jornal de Notícias - Março - 2010.
02 abril, 2010
A CURVA DO CASTELO.
.
É também uma linda fotografia. Mostra-nos ainda em construção o "Bar do Fluvial", e que mais tarde seria o restaurante da Dona Arminda.
Vê-se também, como era a última curva que o rio Ave tinha que vencer para chegar ao mar.
Realmente estas fotografias de Carlos Adriano, são no todo, um documento único de Vila do Conde ao longo de todo o séc XX. Esperemos que um dia alguém se debruce num estudo sobre toda esta documentação, e que vá muito além desta brincadeira que temos vindo aqui a fazer no "Carioca".
.
NOTA- DURANTE A PRÓXIMA SEMANA, NÃO VOU APARECER POR AQUI. Vou ter saudades da vossa companhia, mas de vez em quando, sabe bem parar um pouco.
UMA FELIZ PÁSCOA.
01 abril, 2010
O VAZIO
.
O ter publicado ontem aquela fotografia aérea, era a "deixa" para hoje vos mostrar esta.
Reparem que da zona da Avenida Júlio Graça, que acabaria a sul do "ténis", e não sei se a capela de S. Tiago ainda existiria, até ao Castelo há todo um vazio, que, como sabem, antigamente se chamava a "Cova da Andorinha", que se prolongava até para os lados das Caxinas, e só mais tarde começou a ser "rasgada" por artérias, sendo a primeira a Bento de Freitas.
É realmente uma maravilha de fotografia.
31 março, 2010
.
Tão poucos anos se passaram desde que esta fotografia foi tirada, e vejam as diferenças com a actualidade.
Todo aquele enorme espaço a sul da Avenida do Ferrol, agora está todo ocupado por edifícios. Ainda se podia passar de carro junto ao mar para norte do Castelo (coisa da qual eu tenho muita saudade - pois sou preguiçoso - ).
Mas o tempo passa, e é preciso renovar, e claro, se possível para melhor.












