01 abril, 2010

O VAZIO

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O ter publicado ontem aquela fotografia aérea, era a "deixa" para hoje vos mostrar esta.
Reparem que da zona da Avenida Júlio Graça, que acabaria a sul do "ténis", e não sei se a capela de S. Tiago ainda existiria, até ao Castelo há todo um vazio, que, como sabem, antigamente se chamava a "Cova da Andorinha", que se prolongava até para os lados das Caxinas, e só mais tarde começou a ser "rasgada" por artérias, sendo a primeira a Bento de Freitas.
É realmente uma maravilha de fotografia.
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31 março, 2010

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Tão poucos anos se passaram desde que esta fotografia foi tirada, e vejam as diferenças com a actualidade.
Todo aquele enorme espaço a sul da Avenida do Ferrol, agora está todo ocupado por edifícios. Ainda se podia passar de carro junto ao mar para norte do Castelo (coisa da qual eu tenho muita saudade - pois sou preguiçoso - ).
Mas o tempo passa, e é preciso renovar, e claro, se possível para melhor.
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29 março, 2010

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Esta foto, é certamente ANTERIOR A 1930, pois ainda vemos as ruínas de Santa Clara. Vemos também que aparece um prédio a poente da Escola da Meia-Laranja,(o que não acontecia na foto anterior) e o espaço onde hoje está o monumento á Rendilheira, parece inacabado.
Dá-me um particular gozo, quando consigo aproximar duas fotos no espaço temporal, pois assim, brincando, vemos Vila do Conde a crescer ao longo de todo o século XX.
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26 março, 2010

DIA DE VILA DO CONDE

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Pela altura em que é tirada esta fotografia, VILA DO CONDE MOSTRAVA-SE AO SÉCULO XX.
Mas, mil anos antes, já dela há referências, e tal mais nos responsabiliza pela forma como a tratamos. Olhando a foto, dá vontade de comentar isto ou aquilo, mas desta vez, só me apetece olhá-la!
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25 março, 2010

RECORDAR

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Esta fotografia, deverá ser dos princípios dos anos setenta. Infelizmente não sei vos dizer o nome da totalidade dos jogadores, embora reconheça a cara de quase todos.
Claro que reconheço de imediato o meu amigo de infância Ferraz, o Barros, e o "Pirica", e perdoem-me os entendidos destas coisas, mas julgo que este último, era o mais "falado", certamente por ser o melhor entre os demais.
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24 março, 2010

PATRIMÓNIO INDUSTRIAL.
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FÁBRICA «RIO - AVE» - TECELAGEM.
cliché de Joaquim Adriano.
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Só muito recentemente, é que começamos a nos preocupar com a protecção deste património, o que é pena, pois quantas preciosidades não se terão perdido já? Mas, como diz o ditado - MAIS VALE TARDE, QUE NUNCA - .

23 março, 2010

Primeiro Congresso sobre o PATRIMÓNIO INDUSTRIAL.

no CENTRO DE MEMÓRIA DE VILA DO CONDE, 14, 15 e 16 de Maio de 2010.

Pode visitar o sítio - patrimonioindustrial.blogs.sapo.pt

22 março, 2010


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ONDE ESTÁ O CARLOS ADRIANO?
Infelizmente, penso reconhecer só mais cinco pessoas, mas esperarei pelos vossos comentários, para ficar mais informado.
Penso que um deles, levantará algumas dúvidas, mas "conversando", haveremos de descobrir a verdadeira identidade.
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19 março, 2010

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AINDA NAS IMEDIAÇÕES, do edifício dos Socorros a Náufragos.
O senhor Artur do Bonfim, tem andado adoentado, e por isso, não posso lhe perguntar quem seriam estas pessoas. Deverá esta foto mostrar uma ocasião especial (será a inauguração do edifício?), pois o senhor fardado deverá ser o capitão do porto (será o capitão Lanhoso?), e os outros, todos engravatados, pertencerão certamente a uma comitiva oficial.
Espero que algum de vós nos esclareça.
Não restam dúvidas, temos de começar a dar mais atenção ao que os mais velhos nos podem dizer, porque, devagar, vamos perder muita informação, que é, sem dúvida, também parte da história de Vila do Conde.
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18 março, 2010

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Aqui, nesta também fotografia de Carlos Adriano, vemos o edifício dos Socorros a Náufragos, já concluído.
Vemos também, penso, o início das obras para a construção do molhe, tal como hoje o conhecemos, entrando mar adentro, e tendo ao fundo o farol.
Já li algures, que o paredão da Senhora da Guia, foi construído em 1855, e penso ter sido quando a velha capelinha, começou a ter protecção de todo este aglomerado de rochas e muros que a circundam, pois sabemos ( e já aqui vimos fotografias) que antes a capela estava desprotegida, e quando o mar estava mais bravo, ela ficava isolada.
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17 março, 2010

SOCORROS A NÁUFRAGOS


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Nesta fotografia de Carlos Adriano, vemos a construção do edifício dos SOCORROS A NÁUFRAGOS.
Sei que em 1930, foi criado o Instituto dos Socorros a Náufragos, mas não sei se coincide com a construção desta casa. Estava também ainda em construção, como se pode ver ampliando a foto, toda a parede murada que acompanha o rio na sua margem direita ao longo das últimas centenas de metros.
Há uma foto que eu gostaria de ver aqui publicada, mas infelizmente não a tenho, que é a do barco " Salva-Vidas ". Se alguém tiver ...
Na verdade julgo possuir uma, mas o barco está tão afastado da objectiva, que não tem qualquer interesse a mostrar.
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15 março, 2010

QUEM CASA, QUER CASA.


A CASA DO PESCADOR.
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Observando as Cachinas pelos anos 40, descreve-nos assim , MARIA TERESA, a casa do pescador :
O bairro da Cachina compõe-se apenas de uma grande rua, paralela ao mar e ladeada de um lado e outro por casa térreas de cores vivas e uma ou duas janelas envidraçadas. A porta da rua, sempre aberta, permite que os olhos curiosos de quem passa penetrem no interior.
Eu, porém, não me contentei com um olhar; quis ver tudo, tudo observar. Entrei. A porta dava acesso a um corredor largo que fazia de sala de entrada, ladeada de cadeiras de pinho, colocadas em viés. Sobre as costas das cadeiras, paninhos de croché com franjas, assentes sobre papéis de seda de cores garridas; floreiras com cores variadas; quadros de santos e fotografias de gente rude e enroupada nos seus fatos « de ver a Deus », que os deixam contrafeitos; uma passadeira tecida de trapos velhos, tudo me revelou a solicitude e o arranjo, que não esperava, da mulher do pescador.
Logo a seguir os quartos; vem primeiro o dos pais: cama de madeira com bons lençóis de rendas, cobertores, colcha e guarda-cama e grandes almofadões bordados. Ao fundo, uma cómoda com santos, fotografias variadas e o característico relógio de sala. Logo a seguir, mais simples mas a espelhar igual asseio, o quarto dos «catraios» e depois o das «catraias». O soalho - que a casa é toda assoalhada - amarelinho, escarolado pela mão solicita da pescadeira.
Lá ao fundo, a cozinha com a chaminé, lar alto, forno de cozer a boroa, com a masseira, mesa ao centro, e cantareira com os utensílios necessários.
Por cima o «faurso» (falso) onde guardam a lenha. Dá a cozinha para um quintalejo, onde se encontra a caseta de guardar as redes, todos os aparelhos de pesca, a caldeira e o pio de encascar as redes.
A iluminação era antigamente feita por meio de candeias de graixa; actualmente usam candeeiros de gás, velas, às vezes lamparinas de azeite, e, os mais abastados, electricidade.
A gente mais pobrezinha vive em casa de renda, dispostas à volta de pátio central: são as ilhas.
Nestas, há apenas a cozinha térrea, um quarto e a recova para os catraios.
A vida da colmeia passa-se toda na rua, na praia ou no mar. A casa é só para dormir, comer e pouco mais.
Nem a nortada os obriga a recolher, pois, ainda então, permanecem na rua protegidos pelos abrigos, que dão um aspecto interessante ao bairro.
Em Vila Chã, as casas dos pescadores eram antigamente cobertas de colmo. Agora, já o progresso das telhas lá chegou também, e só uma casa de arrecadação de barcos e de apetrechos de pesca memora o antigo uso.
Aqui , como em Mindelo, e entre os lavradores, as casas são de rés-do-chão com a cozinha térrea ou cimentada, e lojas, o primeiro andar com a torre e os quartos.
Na Bajoca têm apenas um andar: uma salinha, á entrada, a comunicar com um ou dois quartos assoalhados e, ao fundo, a cozinha térrea ou cimentada.
Em nenhuma, porém, encontrei o esmero e até o gosto artístico da habitação dos cahinos.

14 março, 2010

O CASAMENTO

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Num comentário de CASAMENTO E MORTE, em 10 de Março, o "Cereja" dizia-nos que havia uma fotografia de Carlos Adriano da qual ele diz: "DOS TEMPOS EM QUE O SÉQUITO SE DIRIGIA PARA A CERIMÓNIA A PÉ."
E, ele fez o favor de me a facultar, para a poder mostrar-vos.
Obrigado "Cereja".
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NOTA- Reparem no contraste desta gente humilde, mas grande, com a "alegria" dos casamentos de hoje, os carros, a boda, os vestidos, para afinal pouco tempo depois, tudo isso soar a falso, uma fraude mesmo.
Não sei se deveria ter escrito isto, mas infelizmente é o que vejo.
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12 março, 2010

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ONDE SERÁ ..... que o Carlos Adriano tirou esta fotografia ?
Já olhei para ela imensas vezes, mas não consigo descobrir. Servi-me de uma lupa inclusivamente, mas mesmo assim não vejo nenhuma referência, que me faça sequer desconfiar.
Tentem descobrir.
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