11 fevereiro, 2009

ERA ASSIM...


... o restaurante PRAIA-MAR, na entrada das CAXINAS.
Tinha este postal guardado como "novo", mas parece que o tempo passou rápidamente, e ele envelheceu bem depressa.
Fiz esta ampliação, para que melhor se possa ver as diferenças na actualidade, mas eu estou com dificuldade, mais uma vez, em datar a fotografia. Será pelos anos setenta?

10 fevereiro, 2009

esta VILA DO CONDE


deve ter sido, IDEIA DE DEUS.

09 fevereiro, 2009

LARGO DO CARMO

VILLA DO CONDE
LARGO DO CARMO EM DIA DE FESTA. -cliché de J.Adriano.
.
Como vos mostrei em 5 de Fevereiro, numa fotografia de Joaquim Adriano tirada do cimo de uma embarcação nos estaleiros, ele mostra-nos o Largo do Carmo (hoje -Dr. Cunha Reis), em 1906, e esta que hoje aqui podemos ver, parece que o Joaquim Adriano , desceu do barco, e esperando que mais gente se juntasse à festa, obteve uma outra "toma"(tirar uma fotografia)

COLOSSO


- V I A N A - "mega" Lugre.
.
Contou-me o nosso conterrâneo, António Fangueiro, a trabalhar na Polónia, o seguinte :
.
Construído em 1922, pelos "Chantiers Navals Franco Portugais", de Vila do Conde para "Armadores do Norte, Lda".
Primeiro chamou-se "Viana", e depois em 1935, inicia-se na pesca do bacalhau com o nome "Groenlandia" (era mesmo assim o nome, pois "Gronelândia", é como dizemos nos dias de hoje).
Em 1940, recebe um motor, e em 1957, naufraga por água aberta nas Virgin Rocks, Terra Nova.
.
NOTA- Penso eu saber, que estes estaleiros acima referidos, seriam aqueles que nós chamávamos de "Estaleiros dos Franceses", e que estavam do lado de Azurara, e na proximidade da ponte.

06 fevereiro, 2009

ENLEIO


ESTOU INCRÉDULO COM O QUE OBSERVO!
Que embarcação é esta?
Terá havido engano ao escrever Vila do Conde por baixo da fotografia?
.
Tenho algumas fotografias de barcos de Vila do Conde, mas tenho consciência que por cá, ou fora da nossa terra, existirão muitas pessoas que têm imensas fotos, e que nós, os que nos encontramos por aqui, gostaríamos de ver, e, quem sabe, encontraríamos a explicação de tal barco na nossa terra.
Agradeço ao António Fangueiro, o ter-me enviado esta foto.
Imagino, que esta fotografia vai lançar aqui alguma confusão!

05 fevereiro, 2009

LARGO Dr. CUNHA REIS


GRANDES EMBARCAÇÕES eram estas , que nos princípios do século XX se construiam em Vila do Conde.
Esta, da qual só vemos o mastro da proa (que desconheço o nome), parece debruçar-se sobre o vizinho jardim, que era lindo e estava engalanado para as FESTAS DO CARMO em 1906, como alguém escreveu.
Fiz a ampliação, para que melhor se observe o desenrolar daquele momento festivo.

04 fevereiro, 2009

CALMARIA


==================================================
Por estes anos, no princípio do século passado, a azáfama que nos habituamos a ver nos estaleiros ao longo de todo o século XX, não existia.
Na primeira fotografia, é interessante verificar que a rua nas proximidades da doca, ainda era em terra, ou macadame. Na mesma foto, mas com alguma ampliação, pode-se ver que o pelourinho ainda estava nestas bandas.
A segunda foto, parece "poética", pois quase se vê a doçura de uma tarde que passa, e a calmaria sente-se naquele barco abandonado no meio da estrada.
=======================================================

02 fevereiro, 2009

INSTANTE


SERÁ O MESMO BARCO ? (da postagem anterior)
O movimento de pessoas, e pequenas embarcações no rio, assim me faz pensar.

30 janeiro, 2009

UM BOTA - ABAIXO

XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
.
Não sei o nome do barco, não sei o ano a que a fotografia nos transporta, mas, eu "apontaria"para finais do século XIX, e, se assim fôr, o meu bisavô paterno, Francisco Afonso , poderá ter ajudado a construir esta embarcação, pois era carpinteiro dos estaleiros, nas últimas décadas do século dezanove.
Olhando a foto, parece-me verificar que a carreira (penso que é este o mome dado, ao local por onde o barco desliza para a àgua), está um pouco deslocada em relação ao que durante décadas nos habituamos a ver, e este muro que vemos do lado esquerdo da foto, também não é vulgar o vermos. Vamos deixar, que os mais entendidos em matéria de barcos nos deêm uma ajuda.

28 janeiro, 2009

LINDO

Mil fotografias dos nossos antigos estaleiros eu tivesse, mil fotografias publicaria.
Mas, tenho algumas, e nas próximas postagens, mostrar-vos-ei mais.
Sempre que vejo fotos dos nossos estaleiros, recordo os pescadores, os pilotos , as naus, os Descobrimentos, e a valentia dos nossos homens, que ao longo de séculos "desbravaram" os Oceanos, enfrentando ventos desconhecidos e correntes também, mas registando-as, para os que se aventurassem depois deles, mais soubessem.
Foi uma época fantástica, e que para sempre devemos recordar. Hoje temos aquela bela nau, a "VILA DO CONDE", encostada onde ainda ontem eram os estaleiros. É linda, e foi certamente uma obra dispendiosa, mas é pouco. Não sei o que mais, mas os que sempre estiveram ligados ao mar, talvez tenham uma opinião.

26 janeiro, 2009

A GÁRGULA " marota " NA IGREJA DE AZURARA:



...... aquela que fica no lado norte da capela-mor.
« Apresenta a forma extravagante de homem na atitude de evacuar, denunciando, segundo a tradição, a raiva contra Castela», revela o padre Serafim Gonçalves da Neves, que esteve na paróquia até à morte aos 104 anos.
A fazer fé nesta interpretação popular, a gárgula terá sido ali colocada durante o domínio dos Filipes, domínio espanhol, ou depois da reconquista da independência em 1640.
O que é facto é que é bem visível a figura de homem virado a norte, em posição de defecar, como forma de protesto contra a invasão.
.
FONTE - excerto do publicado no DIÁRIO DO MINHO, juntamente com a primeira fotografia, e sendo a segunda de José Rui, que juntamente com um pequeno texto, me fez o favor de oferecer.

23 janeiro, 2009

O TEMPO DE VILA DO CONDE

Não são muitas as vilas e cidades de Portugal que podem reinvindicar o direito à justiça da memória por tudo quanto fizeram pelos Descobrimentos, pela glória de haverem sido flechas propulsoras da gesta nacional. E, tendo-o feito, hão-de reconhecer o muito que a sua grandeza deve a esse tempo de esplendoroso fastígio.
.
Do livro - VILA DO CONDE NA ÉPOCA DOS DESCOBRIMENTOS.
A. DO CARMO REIS.

21 janeiro, 2009

AGRADECIMENTO




IGREJA DE AZURARA

EGREJA PAROCHIAL D´AZURARA.
.
De referir que Azurara é mais um dos muitos casos em que um lugar se torna mais importante que a freguesia-mãe. De facto, no século XIII, Azurara era apenas um lugar da «grande paróquia de Pindelo». Mas esta foi-se "definhando", aos poucos.
Teve como orago S. Salvador. No século XV assumiu o nome de Árvore.
No mesmo século, com o crescimento da população, as gentes de Azurara exigiram a separação e consequente criação de uma igreja e paróquia próprias, o que veio a acontecer em 1457.
A primeira igreja paroquial de Azurara foi a capela de Nossa Senhora da Apresentação. Na passagem do rei D. Manuel por Vila do Conde, em peregrinação a Santiago de Compostela, em Outubro de 1502, representantes da novel paróquia dirigiram-se ao monarca para pedir ajuda para a construção de uma igreja, porque a capela já era exígua.
A solicitação foi aceite e, no lugar onde estava a capela nasceu um fantástico templo, popularmente conhecido como igreja de Santa Maria a Nova, dedicada à Senhora das Neves.
.
FONTE - excerto do Diário do Minho.

19 janeiro, 2009

MEMÓRIAS

BAIRRO BALNEAR.
Trabalhos na Avenida Brazil.
-cliché de J. Adriano.


A primeira fotografia, mostra-nos a construção do amanhã, e a segunda, esse futuro, que não existe mais.

Nestes anos, a que se refere a primeira foto, tinha-se acabado de construir a primeira artéria em direcção ao mar, para logo de seguida se construir estes belos prédios, que enfrentaram as maresias do nosso mar, no decorrer do século XX.
Hoje, ainda podemos ver , o que se encontra em primeiro plano na segunda foto.