Século XVIII trouxe luz e arte
à matriz de Vila do Conde
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A igreja matriz de Vila do Conde foi abençoada e privilegiada desde a sua fundação: teve a protecção real, a visão do extraordinário urbanista, bispo do Porto e, posteriormente, arcebispo de Braga, D. Diogo de Sousa, teve sempre artistas de primeiríssimo plano, tanto a nível nacional como internacional.
Enfim, uma série de circunstâncias que fizeram dela um belo exemplar da arquitectura manuelina, artistícamente rica.
No entanto, em relação ao interior, é o século XVIII, século das luzes, que vai trazer luz e, sobretudo, muita arte barroca para o interior. Foram abertas grandes janelas para entrar luz, para que a arte ali colocada fosse vista e contemplada. Afinal, além da questão teológica, com tanta gente analfabeta, era a forma mais eficaz de catequizar, através de imagens fortes, exuberantes e até teatrais....
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FONTE - Excerto do publicado no "DIÁRIO DO MINHO".